26 de dez. de 2011

Deus mudou meu nome. E agora?

Estava dormindo, numa noite fria de novembro, quando comecei a ouvir em sonhos alguém chamando calmamente pelo nome Eusébio. Acordei, fui ao banheiro e voltei a dormir. Novamente a mesma voz, serena e firme, vagarosamente, mas em tom muito amável e forte, continuava a insistir. Eusébio, Eusébio...
Acordei novamente, com outros sonhos na cabeça, uma mistura de sensações. Voltei a dormir e a voz continuou a falar o nome Eusébio e eu nem desconfiava que poderia ser comigo.
Até que o Senhor abriu o meu entendimento e percebi que falava comigo.
Então levantei e respondi que estava ouvindo e o Senhor me levou a escrever o trecho que passo a transcrever:
Veio a mim a palavra do Senhor, em sonhos, enquanto eu dormia, dizendo:
- Tudo que Eu te disser escreve.
Olhei e vi como uma máquina fotográfica e a cada clique o Senhor fazia cravar uma foice (em pé) no número de 4 e em cada uma havia uma inscrição e na primeira estava escrito “fotografia” - photos, e na segunda estava escrito “chronos” - tempo - cronologia, e na terceira estava escrito “phornos” - pornografia e na quarta e última estava escrito “decisão”.
Essa foice tinha como cabo um cajado.
E cada nome e cada lâmina era um demônio que estava a assolar a humanidade e o Senhor me disse:
- Eusébio te chamarás. E disse ainda:
- Escreve o que te mostro pois haverá uma geração que vai precisar disso.
- Tu hoje não será mais como era. A partir de hoje, mudo seu nome e te faço uma nação inteira. Como pediste, começo por tua casa (parentes).
- Diz ao povo, ao Meu povo:
- Eu Sou o Senhor e faço isso. Ajunto e espalho. Faço cair o poderoso e despedaço o soberbo.
- Faço todas as maravilhas que agora vocês vêem e farei maiores.
Diz o Senhor:
- Tu se aflige e pensa que não há salvação ou esperança, mas EU, o Senhor, digo-vos:
- ARREPENDE-TE AGORA! Pois descerei numa grande nuvem e haverá trevas tão densas que ninguém verá adiante do próprio nariz e encherei a terra de medo e destruição. Disse o Senhor.
- Fala Eusébio a este povo com grande voz. Grite, esperneie, corra, clama e não pare de falar, pois EU SOU o mesmo Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.
- Meu filho, tenho tantas coisas para te mostrar. Apenas creia e vê. Somente olhe e contemple as maravilhas que hoje te mostro e depois faz chegar à tua parentela e ao MEU POVO, pois amo intensamente Meu povo. Mesmo com o coração duro e a cerviz enrijecida Eu o amo e quero mudar sua história.
- E tu Eusébio, disse Deus, o Senhor, serás como um exemplo do que Eu falo. Viveu como cego, mas é Nazireu. Eu te escolhi e te formei e não homem nem demônio que possa te tocar, pois Sou teu açúcar, tua geléia doce que te faz viver melhor do que todos os que se debruçam nas vinhas enfeitiçadas de balaão e mamom.
- Fala para o Meu povo o teu voto e manda esta palavra a todas as igrejas para que creiam.
- Eu colocarei um sinal na tua fronte para que ninguém se engane e todos saibam que EU SOU o Senhor, o TEU DEUS e não me escarnecerão mais os que te perseguem.
- Hoje mesmo verás meu milagre e farás o que Eu digo para todo o sempre, pois te dei lugar entre os que venceram pelo teu temor e teu zelo que coloquei no teu coração.
- Apenas me ame e me adore e faz hoje o que te mando.
  
Quando o Senhor terminou de falar e eu escrevi, pedi ao Senhor para não me deixar confundir e pedi uma confirmação. O Senhor me deu e por isso estou registrando tudo e pretendo que possa edificar sua vida, já que está lendo.
A Palavra de Deus fala:
“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; e ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.” (Ml 4. 5-6)
Ainda em Lc 1.17, quando o anjo falava com o sacerdote Zacarias a respeito do nascimento de João o Batista, diz assim, a partir do verso 16:
“E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus (EL-IHWH Eloim) e irá adiante dele no Espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de apresentar ao Senhor um povo preparado.”
Ainda confirma que João, o Batista, veio imbuído da mesma unção de Elias o texto de Mt 11.11-18.
A pregação de João era “preparai o caminho do Senhor, preparai para Ele veredas retas” (Mt 3.3).
Ele era a “voz do clama no deserto”.
A palavra pregada por ele e a mensagem dele era ARREPENDEI-VOS.
Não há o que falar ou pregar a não ser esta mensagem. Não há o que pensar a não ser nesta mensagem. Tudo o mais é engano e fracasso. A remissão, a salvação, a santificação e tudo o mais que possa vir na vida cristã parte de um único ato: ARREPENDIMENTO!
Isso é tão fundamental que os quatro evangelistas frisaram o ministério de João o Batista. Em Mc 1.4 está escrito:
“Então apareceu João batizando no deserto e proclamando o batismo DE ARREPENDIMENTO PARA REMISSÃO DOS PECADOS.” (caixa alta minha)
Essa é a mensagem para os dias do fim. Essa é a mensagem do nazireu.
O voto de nazireu, e João era um, mostrava uma consagração, uma entrega, uma separação de todas as coisas que são comuns aos olhos de quem está vendado pelo prazer da vida carnal.
Pertenço ao grupo dessa geração que é o espírito de Elias e de João, que seria enviado ao mundo para preparar a vinda do Senhor.
Sou um nazireu, escolhido por Deus para dizer a todos e em toda a minha existência que perto está o dia do Senhor.
É urgente a necessidade de arrependerem-se. É urgente a necessidade de converterem-se dos maus caminhos.
Quebres os ídolos que fizeram para adorar. Destruam os altares que foram edificados aos deuses estranhos. Voltem o coração para Deus e clamem pela sua misericórdia.
Quando Moisés estava no monte falando com Deus, o povo fez um bezerro de ouro para adorar. Naquele dia, quando Deus explicava para Moisés como deveria ser a adoração. Deus falava com Moisés sobre o tabernáculo e sobre como seria a comunhão entre o povo e Ele. Naquele dia que fizeram um bezerro, porque não souberam esperar o Senhor terminar de explicar para Moisés sobre tudo, MORRERAM 3 MIL HOMENS (Ex 32.28), ao fio da espada.
Nossos ídolos não são de ouro, mas falam e dançam. Nossos ídolos cantam e nos levam ao pecado. Sexo, novelas, bebedeiras, fofocas, mentiras, profanação, adoração falsa, falsidade com os irmãos, tudo isso são ídolos.
Temos que nos arrepender!
Essa é a palavra que está na minha boca e no meu coração e na minha mente. Tirem do meio de vós todos os ídolos. Tirem do meio de vós a idolatria e arrependam-se.
Meu nome é Eusébio de Deus e falarei disso até o fim dos meus dias na terra.
Estava escrevendo sobre a relação de pai e filho, falando dos meus filhos e do meu Pai e de como o amor de Deus é palpável.
Na verdade, o Senhor me havia determinado que escreve um livro sobre o Seu amor. Havia começado a escrever e agora entendo o quanto tudo se encaixa. Tinha escrito um texto sobre o amor, intitulado “Amor de pegar”. Depois o Senhor me levou a escrever sobre a relação entre o pai e o filho e agora Ele mudou meu nome e me manda falar sobre o ministério de João, o Batista.
Entendo perfeitamente, portanto, que cada texto foi um pedaço de uma obra maior e que o Senhor está juntando cada pedaço. Tenho muita coisa escrita pelas madrugadas e sei que tudo será lido um dia.
Mas, agora, cabe ressaltar a questão do ministério de João e de Elias.
Elias foi enviado ao Israel abatido pela apostasia e pela idolatria. Elias viveu num tempo em que os reis das nações de Israel e Judá eram governantes degenerados e de um povo hebreu que estava completamente entregue ao pecado e caminhava para o longo período de cativeiro na Assíria, depois da Babilônia, Grécia e Roma.
Mesmo com intervalos e algumas restaurações, até o nascimento, morte e ressurreição do Senhor Jesus, Israel, o povo eleito, a nação escolhida, foi escravizada.
Até hoje vivemos debaixo do legado greco-romano. Nas artes, nas ciências e em todas as áreas de nossas vidas, os deuses gregos e romanos dominaram a vida da humanidade na sua forma de vestir, de falar, de pensar.
Nosso cérebro foi como que programado para pensar de acordo com as estruturas formadas pelo império dos reinos pagãos e idólatras.
A nossa maneira de viver, o culto ao corpo, a prática sexual indiscriminada, a letargia espiritual mascarada em religiosidade e espiritualidade fabricada, a linguagem desrespeitosa dos jovens, o crescimento da violência e absolutamente todos os nossos “usos e costumes” estão totalmente arraigados nos ensinos gregos e romanos.
Elias profetizou para um Israel que pecava indiscriminadamente contra o Senhor. Quando enfrentou os profetas de Baal, mostrou que não havia nenhuma divindade que pudesse ser comparada com Jeová, o Deus de Israel.
Baal era um deus fenício (de Canaã - a Fenícia na verdade era o epicentro de Canaã) que, na verdade, assumia diversas identidades. Era uma espécie de deus curinga que se adequava a diversas culturas e predominava em toda a região.
Conforme os reis iam passando pelo governo do povo de Deus, a adoração a Baal crescia dentro do povo. Jezabel foi a principal personagem bíblica que alargou o culto a Baal.
Baal continua ainda hoje influenciando os corações do povo eleito! Ele representa a facilidade de se envolver com a prostituição. É identificado por alguns como o deus grego Zeus.
Independente do que tenha sido Baal, importa frisar que o ministério de Elias marcou uma época em que o Israel de Deus (a igreja atual) estava entregue à adoração a um falso deus. Baal e seus profetas não foram capazes de fazer as ofertas queimarem, mas o Senhor Jeová respondeu Elias com fogo do céu.
Elias foi sustentado por corvos e depois por uma viúva. O ministério de Elias aponta para a submissão completa à vontade do Pai. Aponta para a manifestação poderosíssima do Espírito Santo diante de outros espíritos imundos que escravizam as pessoas.
Quando Malaquias profetizou que o Senhor nos enviaria o profeta Elias, e depois João personificava esse mesmo ministério, estava nos dizendo que precisamos deixar as práticas de idolatria. A igreja de hoje procura todo tipo de deus para adorar. Adoram a televisão, com suas belas estrelas, mostrando seus corpos seminus. Adoram os cantores e pastores. Adoram suas mega-estruturas com aparelhagens mirabolantes e prédios imponentes. Adoram colocar a bíblia debaixo do braço, colocar uma gravata e ficar apontando o dedo para todo mundo e mandando todo mundo para o inferno.
Os altares que estavam edificados por toda a Israel nos tempos de Elias são os mesmos que estão edificados em nossas casas, nas mesas de computadores que acessam a internet para fofocar online em tempo real em facebook e Orkut e congêneres.
Sem falar na pornografia, homossexualismo, violência e podridão que deixamos entrar em nossas almas, assistindo aos filmes norte americanos, que ensinam que matar é legal e que o sexo é uma coisa muito boa para ser feita somente com o cônjuge.
Temos inúmeros altares edificados a Baal nas nossas casas e em nossas igrejas.
João Batista era da linhagem que lhe permitia usar as vestes sacerdotais. Ele pertencia à uma linhagem de sacerdotes que guardavam os ensinamentos mais profundos que o Senhor deixou ao seu povo. Mesmo assim, manifestava claramente a necessidade de não se misturar. Não usar as roupas que todo mundo usava. Não comer a comida envenenada que todo mundo comia.
Nossa cozinha é um dos principais locais onde estão altares a deuses estranhos edificados, pois comemos e bebemos e nos alegramos e nos afastamos da verdade da palavra de Deus. Enquanto estamos à mesa, muitas vezes estamos a falar mal dos outros e fazer comentários da vida das pessoas.
Nossas crianças nem sabem mais comer à mesa. Perdeu-se totalmente o sentido da ceia em família. Não há mais a alegria da convivência em família. Todos comem diante da televisão e nem mesmo se olham.
O ministério de Elias e de João Batista é de restauração, de poder, de claro chamamento de Deus para o seu povo.
Deus está a nos afirmar com toda a clareza que precisamos voltar a trás e nos arrepender. Precisamos destruir os altares edificados a Baal. Precisamos voltar os nossos corações para a Verdade imutável de Jesus Cristo como o único caminho, a única verdade e a própria Vida.
Estamos vivendo o mesmo período de Elias e de João Batista. Período de preparar o povo para a vinda da redenção. De avisar ao povo que Deus está a trazer a salvação e a redenção.
Esse ministério nos fala de arrependimento profundo. Fala de conversão total.
Vestir pele de camelo, comer mel silvestre e gafanhoto é uma simbologia da necessidade de marcarmos nossa geração, mostrando que há alternativa.
Ambos, João e Elias eram profetas. Estamos num tempo profético. O poder de Deus tem sido derramado de forma arrasadora. O Espírito de Deus está operando verdadeiros milagres no meio do seu povo, mas ainda há quem duvide. Ainda há quem prefira manter suas práticas idólatras. Preferem os filmes, as novelas, a pornografia e a maldição.
Até quando terão duro coração? Até quando vamos fechar nossos ouvidos para o que diz o Espírito?
Precisamos clamar ardentemente por salvação, pedindo perdão e nos desfazendo dos altares que estão em nossas igrejas e em nossas casas.
Precisamos voltar a falar com Deus para que Ele nos restaure, pois está muito próximo o tempo do retorno do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.
Deixemos os filmes de Walt Disney. Deixemos Hollywood. Deixemos o Facebook e o Orkut. Em nome de Jesus, deixemos as novelas globais e nos dediquemos a conhecer mais o Senhor. Dediquemos tempo à meditação na Palavra. Dediquemos nossas vidas à adoração.
O Senhor está às portas de Jerusalém e o seu povo continua a voltar as costas ao seu Deus. Não haverá mais nenhuma chance! Essa vinda será a redenção final para aqueles que se tornaram filhos de Deus, através da aceitação de Jesus como o Senhor e Cristo. Não há outra chance!
PORTANTO, Ó NAÇÃO DE ISRAEL, EU OS JULGAREI, A CADA UM DE ACORDO COM OS SEUS CAMINHOS. PALAVRA DO SOBERANO, O SENHOR. ARREPENDAM-SE! DESVIEM-SE DE TODOS OS SEUS MALES, PARA QUE O PECADO NÃO CAUSE A QUEDA DE VOCÊS. LIVREM-SE DE TODOS OS MALES QUE VOCÊS COMETERAM, E BUSQUEM UM CORAÇÃO NOVO E UM ESPÍRITO NOVO. POR QUE DEVERIAM MORRER, Ó NAÇÃO DE ISRAEL? POIS NÃO ME AGRADA A MORTE DE NINGUÉM. PALAVRA DO SOBERANO, O SENHOR. ARREPENDAM-SE E VIVAM! (Ez 18.30-32)

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