"Quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas. Quem ama não fica alegre quando alguém faz alguma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência." (I COR 13.4-7 - NTLH SBB)
Sou compelido pelo meu Pai para tentar mostrar uma das mais reconfortantes mensagens que Ele nos deixou nas Escrituras Sagradas.
Gosto de me referir ao amor de Deus dessa forma: "amor de pegar".
Muitas vezes falamos e ouvimos coisas sobre o amor, porém é muito difícil, para nós humanos, entender de fato o que seja o amor de Deus.
Toda vez que olho ao meu redor, minha casa, minha esposa, meu filho, meu carro, enfim, tudo que tenho é muito mais do que aquilo que realmente mereço.
Sempre que o Senhor me leva a refletir sobre isso, tenho a mais plena convicção de que o amor não é algo para ser explicado ou entendido.
Amor é para amar!
Se pensarmos no valor de uma vida perceberemos que quanto mais nos afastamos de tudo que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, de boa fama e de tudo que há alguma virtude (Fil 4.8), mais aumenta a certeza do amor de Deus por nós.
Recentemente, um ladrão entrou na minha casa pela janela, de madrugada, enquanto dormíamos, e levou um aparelho televisor e uma bicicleta velha. Se, porventura, tivesse ele intentado contra minha esposa ou meu filho, qualquer coisa que pudesse prejudicá-los, eu seria implacável em protegê-los e defendê-los do malfeitor. Qualquer que seja o desafio que meu filho, que tem apenas dez anos de idade, tenha que superar, estarei sempre pronto a abraçá-lo com carinho e ternura, chorar com ele, e, independente de qualquer circunstância, vou amá-lo. Acima das situações, acima dos interesses, acima de tudo, vou amá-lo.
Gosto muito de declarar o tempo todo meu amor pela minha esposa e pelo meu filho. Falo que os amo o tempo todo e gosto de sentir o amor deles por mim. É extremamente maravihoso quando passamos o tempo juntos e nos divertimos apenas em estarmos juntos. Não precisamos nos envolver em absolutamente nada específico, mas, somente o fato de estarmos um na presença do outro nos faz satisfeitos e felizes. Nos realiza.
Aqui está exatamente o cerne do que quero transmitir.
Muitas pessoas vivem todos os seus dias na terra sem conseguir amar, pois acreditam que o amor seja um mero sentimento, um estado de espírito.
Na verdade, de nada adianta ficar repetindo que amamos alguém o dia todo.
Amor não é sentimento!
Palavras nem sempre conseguem expressar verdades.
Acho que, apesar de ser um verbo, amar não pode ser uma ação, ao mesmo tempo em que só pode ser visto ou sentido através de ações.
Daí a idéia do AMOR QUE SE PODE PEGAR.
Quando penso em como Deus nos ama, ou sobre o amor verdadeiro, percebo que amor é completamente intangível.
Acho que, apesar de ser um verbo, amar não pode ser uma ação, ao mesmo tempo em que só pode ser visto ou sentido através de ações.
Daí a idéia do AMOR QUE SE PODE PEGAR.
Quando penso em como Deus nos ama, ou sobre o amor verdadeiro, percebo que amor é completamente intangível.
Não há nada que meu filho possa fazer que me faça deixar de amá-lo.
Não há nada que eu faça que consiga mostrar todo o meu amor por ele.
Aliás, falar disso remete à eterna dicotomia morte x vida. Talvez a única ação que consiga mostrar o quanto vale meu amor seria entregar minha vida por alguém.
Logo, fica muito difícil imaginar que a história de Jesus seja apenas uma ficção ou metáfora, pois eu não só sinto o amor de Deus. Eu o vejo, o pego nas mãos e até uso como adereço.
Amor de verdade é assim!
Não adianta ficar falando um monte de coisas comoventes e dar presentes.
Não adianta empurrar nossas migalhas como se fossem pérolas.
Relações humanas, entre humanos, demandam de humanidades.
Precisamos de diversas coisas, mas nenhuma delas pode ser maior ou mais importante do que o amor.
Se não fosse ele, estaríamos fadados a nos destruir.
Aí está outra maravilha revelada pelo Pai Celestial a nós: a finalidade da igreja.
Não há nada que eu faça que consiga mostrar todo o meu amor por ele.
Aliás, falar disso remete à eterna dicotomia morte x vida. Talvez a única ação que consiga mostrar o quanto vale meu amor seria entregar minha vida por alguém.
Logo, fica muito difícil imaginar que a história de Jesus seja apenas uma ficção ou metáfora, pois eu não só sinto o amor de Deus. Eu o vejo, o pego nas mãos e até uso como adereço.
Amor de verdade é assim!
Não adianta ficar falando um monte de coisas comoventes e dar presentes.
Não adianta empurrar nossas migalhas como se fossem pérolas.
Relações humanas, entre humanos, demandam de humanidades.
Precisamos de diversas coisas, mas nenhuma delas pode ser maior ou mais importante do que o amor.
Se não fosse ele, estaríamos fadados a nos destruir.
Aí está outra maravilha revelada pelo Pai Celestial a nós: a finalidade da igreja.
Passei muito tempo afastado da igreja sob a alegação de que há muita hipocrisia.
Antes, ia à igreja todos os dias e era feliz em poder fazer isso.
Quando afastado, ficava feliz por ter a opção de não ir dia nenhum, ou quando "dava na telha".
A verdade é que a igreja é exatamente o lugar que Deus criou para que possamos pegar no amor. É na igreja que podemos dar e receber amor de verdade, pois é lá onde todos podemos viver o amor.
Não por acaso algumas traduções trazem a palavra "caridade" no lugar da palavra amor, no texto aqui transcrito no início. Amar é dar. Dar carinho, afeto, atenção...
Por mais palavras que possamos usar para tentar expressar nosso amor por alguém, elas não terão valor algum diante de atitudes que as contrariem.
Daí tiramos mais uma verdade a ser cravada em nossos corações.
Amar é uma decisão!
Mas isso também pode ser uma falácia porque se reduzo o amor a uma decisão então estou colocando-o de novo como um verbo.
Afinal, talvez o amor substantivo seja indissociável de alguma ação. Ou de várias...
Estou terminantemente convencido, diante de tudo isso, que devemos viver cada instante da vida como se fosse o último.
Mas isso também pode ser uma falácia porque se reduzo o amor a uma decisão então estou colocando-o de novo como um verbo.
Afinal, talvez o amor substantivo seja indissociável de alguma ação. Ou de várias...
Estou terminantemente convencido, diante de tudo isso, que devemos viver cada instante da vida como se fosse o último.
O que você faria se agora fosse seu último minuto?
O que dá para fazer num minuto, sabendo que não vai mais viver?
E se fosse numa hora?
Não tenho idéia! Mas sei que gostaria de fazer muitas coisas que ainda não fiz. E gostaria de ver e pegar em muitas coisas que ainda não vi ou peguei.
Mas, se agora fosse meu último suspiro, saberia o que é o amor, qual o seu peso, sua forma, seu cheiro e suas principais características.
Saberia que amei e fui amado e que, de alguma forma, deixei minha marca nesse mundo.
Tenho alguma coisa que contribuiu para alguma outra coisa. Fiz alguma coisa.
Realizei sonhando e sonhei realizando.
E mesmo sem grandes feitos ou sonhos, sei que aprendi o valor da vida, da amizade e do amor.
Por isso, mesmo com toda a melancolia que temporariamente possa encher minha alma e meu coração, me alegro.
Fico satisfeito pelo fato de saber que Deus, que é a essência de tudo, também é o amor em sua mais perfeita manifestação, cor, forma e cheiro.
Pego então esse amor e me contento pela vida, pela graça e por poder esperar com paciência o dia da minha redenção final. Quando estarei junto ao meu Pai para sempre, sem o risco do pecado nos separar de novo.
O que dá para fazer num minuto, sabendo que não vai mais viver?
E se fosse numa hora?
Não tenho idéia! Mas sei que gostaria de fazer muitas coisas que ainda não fiz. E gostaria de ver e pegar em muitas coisas que ainda não vi ou peguei.
Mas, se agora fosse meu último suspiro, saberia o que é o amor, qual o seu peso, sua forma, seu cheiro e suas principais características.
Saberia que amei e fui amado e que, de alguma forma, deixei minha marca nesse mundo.
Tenho alguma coisa que contribuiu para alguma outra coisa. Fiz alguma coisa.
Realizei sonhando e sonhei realizando.
E mesmo sem grandes feitos ou sonhos, sei que aprendi o valor da vida, da amizade e do amor.
Por isso, mesmo com toda a melancolia que temporariamente possa encher minha alma e meu coração, me alegro.
Fico satisfeito pelo fato de saber que Deus, que é a essência de tudo, também é o amor em sua mais perfeita manifestação, cor, forma e cheiro.
Pego então esse amor e me contento pela vida, pela graça e por poder esperar com paciência o dia da minha redenção final. Quando estarei junto ao meu Pai para sempre, sem o risco do pecado nos separar de novo.
Não sem motivo, o apóstolo Paulo, no início do verso 8 do capítulo 13 da primeira carta aos Coríntios escreve que "o amor é eterno" e no final do capítulo afirma o amor é o maior de todos os dons.
Você pode ficar, portanto, ciente de que o amor de Deus pode ser apalpado. O amor de Deus não é uma conejctura, não é uma fantasia ou uma lenda.
Ele é o próprio Deus se entregando por nós numa cruz e nos tornando filhos da promessa de uma vida eterna na Sua majestosa e maravilhosa presença.
Agora mesmo, comece a pegar nesse maravihoso e eterno amor do Pai. Abrace-o, aperte-o junto ao peito, caminhe com ele e mostre-o para as outras pessoas.
Agora mesmo é o momento de revelar ao mundo o verdadeiro sentido de nossa existência: AMAR e AMAR e AMAR...
"Ame ao Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a sua alma e com toda a sua mente. Este é o maior mandamento e o mais importante. E o segundo mais importante é parecido com o primeiro: 'Ame os outros como você ama a você mesmo'." (Mat 22.37-39 - NTLH SBB)
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